<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Poesia de Whitman &#187; 01. FOLHAS DE RELVA</title>
	<atom:link href="http://poesiadewhitman.com/tag/folhas-de-relva/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://poesiadewhitman.com</link>
	<description>As Folhas de Relva de Walt Whitman</description>
	<lastBuildDate>Sat, 14 Jan 2012 13:44:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>O Gracejo das &#193;guias</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/o-gracejo-das-aguias.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/o-gracejo-das-aguias.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 15:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[22. À BEIRA DA ESTRADA]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=1020</guid>
		<description><![CDATA[O Gracejo das &#193;guias Contornando a estrada do rio (meu passeio matinal, minha folga) Subindo no ar um s&#250;bito som abafado, o gracejo das &#225;guias, O impetuoso contato sensual alto no espa&#231;o, ao mesmo tempo, As garras fixantes entrela&#231;antes, uma roda viva, feroz, girante, O bater de quatro asas, dois bicos, uma massa em torvelinho se agarrando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><strong>O Gracejo das &Aacute;guias</strong></p>
<p>Contornando a estrada do rio (meu passeio matinal, minha folga)<br />
Subindo no ar um s&uacute;bito som abafado, o gracejo das &aacute;guias,<br />
O impetuoso contato sensual alto no espa&ccedil;o, ao mesmo tempo,<br />
As garras fixantes entrela&ccedil;antes, uma roda viva, feroz, girante,<br />
O bater de quatro asas, dois bicos, uma massa em torvelinho se agarrando compacta,<br />
Em profusos c&iacute;rculos acrob&aacute;ticos rotativos, caindo em linha reta,<br />
At&eacute; que suspensa sobre o rio, a dupla agora um, a calmaria de um momento,<br />
Um balan&ccedil;o im&oacute;vel quieto no ar, depois partindo, afrouxando as presas,<br />
Para cima de novo em firme-lentas obl&iacute;quas penas, seu v&ocirc;o distinto separado,<br />
Ela o dela, ele o dele, prosseguindo.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="364" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/tufnqWNP9AA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="364" height="364" src="http://www.youtube.com/v/tufnqWNP9AA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/o-gracejo-das-aguias.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pensamentos</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/pensamentos.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/pensamentos.html#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 00:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[22. À BEIRA DA ESTRADA]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=1001</guid>
		<description><![CDATA[Pensamentos De posse &#8212; como se algu&#233;m capaz de possuir coisas n&#227;o pudesse com prazer tomar posse de tudo, e incorpor&#225;-lo em si mesmo ou si mesma; De perspectiva &#8212; sup&#245;e alguma vista l&#225; atr&#225;s em meio ao caos formativo, presumindo o crescimento, a plenitude, vida, agora alcan&#231;ados na viagem, (Mas vejo a estrada continuada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><strong>Pensamentos</strong></p>
<p>De posse &#8212; como se algu&eacute;m capaz de possuir coisas n&atilde;o pudesse com prazer tomar posse de tudo, e incorpor&aacute;-lo em si mesmo ou si mesma;<br />
De perspectiva &#8212; sup&otilde;e alguma vista l&aacute; atr&aacute;s em meio ao caos formativo, presumindo o crescimento, a plenitude, vida, agora alcan&ccedil;ados na viagem,<br />
(Mas vejo a estrada continuada, e a viagem sempre continuada;)<br />
Do que uma vez estava faltando na terra, e no devido tempo se tornou suprido &#8212; e do que ainda ser&aacute; suprido,<br />
Porque tudo que vejo e sei acredito que tem seu principal sentido no que ainda ser&aacute; suprido.</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/pensamentos.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>An&#225;lise do trabalho realizado at&#233; o momento</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/analise-do-trabalho-realizado-ate-o-momento.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/analise-do-trabalho-realizado-ate-o-momento.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 14:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[00. Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[04. Canção de Mim Mesmo]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=896</guid>
		<description><![CDATA[Analisando todos os livros e poemas que j&#225; traduzi de Folhas de Relva, os quais podem ser todos lidos neste site, acredito que preenchi minhas pr&#243;prias expectativas com rela&#231;&#227;o &#224; recria&#231;&#227;o ou simplesmente tradu&#231;&#227;o da poesia de Walt Whitman para nossa l&#237;ngua. Muito embora seja dif&#237;cil criticar o pr&#243;prio trabalho, por poder cair na armadilha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Analisando todos os <strong>livros e poemas</strong> que j&aacute; traduzi de <em>Folhas de Relva</em>, os quais podem ser todos lidos neste site, acredito que preenchi minhas pr&oacute;prias expectativas com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; recria&ccedil;&atilde;o ou simplesmente tradu&ccedil;&atilde;o da poesia de <strong>Walt</strong> <strong>Whitman</strong> para nossa l&iacute;ngua.</p>
<p>Muito embora seja dif&iacute;cil criticar o pr&oacute;prio trabalho, por poder cair na armadilha do auto-elogio, pelo menos posso dizer que minha abordagem a esta tarefa &eacute; diferente das tradu&ccedil;&otilde;es geralmente literais ou quase literais existentes, principalmente no que se refere a ritmo, como enfatizo bastante em minha pesquisa de doutorado.</p>
<p>Tamb&eacute;m pelos retornos que j&aacute; recebi sobre o meu trabalho, e aqui falo de opini&otilde;es experientes, posso dizer que consegui manter o fluxo dos poemas, e sinto que sua leitura em voz alta demonstrar&aacute; isso, pois sempre testo minhas escolhas sonoramente, para ver se elas s&atilde;o adequadas ao poema.</p>
<p>Isso quer dizer que sempre tento encontrar a melhor combina&ccedil;&atilde;o de sons poss&iacute;vel para cada verso ou parte de verso. Meu prop&oacute;sito nisso n&atilde;o &eacute; fazer o verso soar bonito, mas estabelecer a melhor combina&ccedil;&atilde;o f&ocirc;nica para transmitir o sentido do verso captado no original em ingl&ecirc;s. H&aacute; casos em que o efeito poder&aacute; ser exatamente o contr&aacute;rio, isto &eacute;, em vez de beleza, o verso descrever&aacute; cenas nas quais pensamentos terr&iacute;veis e doen&ccedil;as estar&atilde;o presentes.</p>
<p>Al&eacute;m disso, fiz um trabalho meticuloso sobre o vocabul&aacute;rio, para que os trechos ou palavras do original que transmitam uma sensa&ccedil;&atilde;o de estranheza pudessem ser transpostos dessa maneira em portugu&ecirc;s.</p>
<p>No entanto, h&aacute; mais do que estranheza em <em>Folhas de Relva</em>: <strong>Whitman</strong> gostava de utilizar palavras emprestadas de outras l&iacute;nguas, tais como franc&ecirc;s, espanhol e l&iacute;nguas americanas nativas (ex.: savant, Libertad, Paumanok); ele gostava de escrever palavras com K (kanadiano, kosmos), e ele &agrave;s vezes mudava a grafia das palavras (ele escreveu “carlacue” – floreio, ornamento -, na se&ccedil;&atilde;o 20 de “Can&ccedil;&atilde;o de Mim Mesmo”, mas a grafia correta &eacute; “curlicue” ou “carlycue”). Tudo isso se transforma em &aacute;rdua tarefa para o tradutor, pois &agrave;s vezes a gente leva um tempo danado para descobrir que aquela palavra cujo sentido n&atilde;o conseguimos descobrir simplesmente foi buscada em outra l&iacute;ngua! Como se diz no popular, s&atilde;o os ossos do of&iacute;cio.</p>
<p>Tudo isso, junto com seu extenso vocabul&aacute;rio em <em>Folhas de Relva</em>, mais de 13.000 palavras, a tarefa de pesquisar e verificar cada uma delas &eacute; tremenda. Neste caso, a <strong>Norton Critical Edition</strong> (WHITMAN, 2002), ou seja, a <strong>edi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica da editora Norton</strong>, tem sido de um valor inestim&aacute;vel com seu incr&iacute;vel n&uacute;mero de notas a poemas e vocabul&aacute;rio. Sem ela, provavelmente a tradu&ccedil;&atilde;o teria muitas falhas.</p>
<p>Tamb&eacute;m fiz um trabalho exaustivo com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s estruturas gramaticais e pontua&ccedil;&atilde;o, assim como com a maneira whitmaniana de usar certas coloca&ccedil;&otilde;es, particularmente com adjetivos, que Whitman tendia a usar em locais da ora&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o se adequam ao ingl&ecirc;s correto (ele gostava de usar adjetivos depois dos substantivos, o que n&atilde;o &eacute; considerado sintaticamente aceit&aacute;vel na l&iacute;ngua inglesa).</p>
<p>Como em portugu&ecirc;s os adjetivos podem aparecer antes ou depois dos substantivos, sempre tentei inseri-los da melhor maneira poss&iacute;vel, isto &eacute;, de forma a manter a atmosfera original dos poemas.</p>
<p>Outro aspecto que re-criei com o m&aacute;ximo de cuidado foi o uso das <strong>formas –ing</strong> (que podem ser chamadas de ger&uacute;ndio ou partic&iacute;pio presente), sejam elas verbos ou substantivos / formas nominais, j&aacute; que elas s&atilde;o uma parte essencial do verso de Whitman.</p>
<p>Apesar de tudo que j&aacute; escrevi, que est&aacute; publicado neste site, no <strong><a title="ir para o site" href="http://english.mrkind.pro.br/" target="_blank">Whitmanian Seeds In The Kosmos</a></strong> (a tese em ingl&ecirc;s) e no <strong><a title="ir para o site" href="http://poesia.mrkind.pro.br/" target="_blank">S&iacute;tio de Poesia</a></strong> (a disserta&ccedil;&atilde;o em portugu&ecirc;s), eu sei que o trabalho de um tradutor nunca termina, pois toda vez que retornamos aos poemas, procuramos erros que porventura n&atilde;o tenham ainda sido detectados, e certamente os encontraremos, e verificaremos cada verso de novo para melhor&aacute;-lo, como fiz com minhas tradu&ccedil;&otilde;es anteriores.</p>
<p>Entretanto, tamb&eacute;m sei que chega um momento em que os olhos n&atilde;o s&atilde;o mais capazes de encontrar erros, devido &agrave; excessiva proximidade com os textos. Desta maneira, o tradutor faz uma pausa em sua tarefa, suspendendo tamb&eacute;m a auto-cr&iacute;tica, repassando este trabalho para cr&iacute;ticos e leitores.</p>
<p>Parafraseando Whitman, no momento estou contente com o trabalho j&aacute; realizado com <em>Folhas de Relva</em>, e o deixo inteiramente &agrave; vista do p&uacute;blico aqui, para ser avaliado e comentado. Enquanto isso, vou meditando e preparando a tradu&ccedil;&atilde;o de outros poemas, e parodiando o in&iacute;cio da <em>Divina Com&eacute;dia</em> de <strong>Dante</strong>: estou ainda em meio da jornada! H&aacute; ainda muito trabalho pela frente, e &eacute; preciso coragem e determina&ccedil;&atilde;o para levar esta empreitada a cabo!</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/analise-do-trabalho-realizado-ate-o-momento.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nota ao poema Passagem para a &#205;ndia</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/nota-ao-poema-passagem-para-a-india.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/nota-ao-poema-passagem-para-a-india.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 15:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[29. Passagem para a Índia]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Alma]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[David Lean]]></category>
		<category><![CDATA[E. M. Foster]]></category>
		<category><![CDATA[Eterno]]></category>
		<category><![CDATA[Passagem para a Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Tradução]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=876</guid>
		<description><![CDATA[Barco no mar O poema Passagem para a &#205;ndia (“Passage to India”) foi publicado em 1871. Nele o bardo descreve o prop&#243;sito de Deus, cantado pelo verdadeiro filho de Deus, o poeta. Isto significa que ele n&#227;o est&#225; cantando os materiais de sua Am&#233;rica ou da Terra, ele est&#225; indo al&#233;m da geografia e da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 268px"><a href="http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?picture=safe-passage&amp;image=1848&amp;large=1" target="_blank"><img class="  " src="http://www.publicdomainpictures.net/pictures/2000/nahled/750-12326888280QKx.jpg" alt="" width="258" height="194" /></a><p class="wp-caption-text">Barco no mar</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <strong>poema</strong> <strong><a title="ir para o poema" href="http://poesiadewhitman.com/passagem-para-a-india.html" target="_blank">Passagem para a &Iacute;ndia</a> </strong>(“<strong>Passage to India</strong>”) foi publicado em 1871. Nele o bardo descreve o prop&oacute;sito de <strong>Deus</strong>, cantado pelo verdadeiro <strong>filho de Deus</strong>, o poeta. Isto significa que ele n&atilde;o est&aacute; cantando os materiais de sua Am&eacute;rica ou da Terra, ele est&aacute; indo al&eacute;m da geografia e da cultura, j&aacute; que percebeu que a terra deve ser conectada inteiramente, em dire&ccedil;&atilde;o ao que &eacute; universal e eterno: a alma, sua divinidade e sua liga&ccedil;&atilde;o com o <strong>Criador</strong>. Ele inclui nesse movimento as grandes realiza&ccedil;&otilde;es de seu tempo; no entanto, ele est&aacute; navegando muito mais al&eacute;m disso, ele est&aacute; pedindo &agrave; sua alma para navegar “os mares de Deus.” Para quem ler o poema <strong>Sauda&ccedil;&atilde;o ao Mundo</strong> (“Salut au Monde!”), &eacute; poss&iacute;vel notar que <strong>Passagem para a &Iacute;ndia</strong> &eacute; uma continua&ccedil;&atilde;o daquele, mas em um outro grau de consci&ecirc;ncia, passando do material, do que &eacute; visto e f&iacute;sico, ao imaterial, ao invisto e espiritual. Eu n&atilde;o diria metaf&iacute;sico porque o poeta escreveu em uma nota que n&atilde;o h&aacute; nada de filos&oacute;fico sobre <strong>Passagem para a &Iacute;ndia</strong>, porque ele est&aacute; focado em “evolu&ccedil;&atilde;o”, mas n&atilde;o deixa de ser ontol&oacute;gico, pois trata do Ser. Afinal de contas, <strong>Whitman</strong> se considerava contradit&oacute;rio, assim, n&atilde;o &eacute; incoerente v&ecirc;-lo pelo que ele nega.</p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
<p style="text-align: justify;">O romance <em>Uma Passagem Para a &Iacute;ndia </em>(<em>A Passage to India</em>), de 1924, do escritor brit&acirc;nico <strong>E. M. Foster</strong>, teve seu t&iacute;tulo inspirado por este <strong>poema de Whitman</strong>. O romance foi genialmente adaptado para o cinema por <strong>David Lean</strong> em 1984, com trilha sonora de <strong>Maurice Jarre</strong>.  O filme ganhou dois oscars: de atriz coadjuvante para <strong>Peggy Ashcroft</strong>, e de trilha sonora.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejam o trailer original:</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="300" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0yJvteS8uEA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="300" src="http://www.youtube.com/v/0yJvteS8uEA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/nota-ao-poema-passagem-para-a-india.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conclu&#237;da a publica&#231;&#227;o de Descendentes de Ad&#227;o</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/concluida-a-publicacao-de-descendentes-de-adao.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/concluida-a-publicacao-de-descendentes-de-adao.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[00. Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Descendentes de Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Filhos de Adão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=819</guid>
		<description><![CDATA[Est&#225; finalizada a publica&#231;&#227;o do livro Descendentes de Ad&#227;o (ou Filhos de Ad&#227;o), de Walt Whitman, neste blog. Ele &#233; parte integrante da obra Folhas de Relva. Voc&#234;s podem acessar todos os poemas por estes links, na ordem original do livro: 05. DESCENDENTES DE AD&#195;O DESCENDENTES DE AD&#195;O De Novo o Mundo Ascende ao Para&#237;so [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Est&aacute; finalizada a publica&ccedil;&atilde;o do<strong> livro</strong> <em>Descendentes de Ad&atilde;o </em>(ou <strong>Filhos de Ad&atilde;o</strong>), de <strong>Walt Whitman,</strong> neste blog. Ele &eacute; parte integrante da obra <em>Folhas de Relva.</em></p>
<p>Voc&ecirc;s podem acessar todos os poemas por estes links, na ordem original do livro:</p>
<p><a title="05. DESCENDENTES DE AD&Atilde;O" href="http://poesiadewhitman.com/category/05-descendentes-de-adao">05. DESCENDENTES DE AD&Atilde;O</a></p>
<ul>
<li><a title="DESCENDENTES DE AD&Atilde;O" href="http://poesiadewhitman.com/descendentes-de-adao.html">DESCENDENTES DE AD&Atilde;O</a></li>
<li><a title="De Novo o Mundo Ascende ao Para&iacute;so" href="http://poesiadewhitman.com/de-novo-o-mundo-ascende-ao-paraiso.html">De Novo o Mundo Ascende ao Para&iacute;so</a></li>
<li><a title="Dos Rios Sofridos Contidos" href="http://poesiadewhitman.com/dos-rios-sofridos-contidos.html">Dos Rios Sofridos Contidos</a></li>
<li><a title="Eu Canto o Corpo El&eacute;trico" href="http://poesiadewhitman.com/eu-canto-o-corpo-eletrico.html">Eu Canto o Corpo El&eacute;trico</a></li>
<li><a title="Uma Mulher Espera Por Mim" href="http://poesiadewhitman.com/uma-mulher-espera-por-mim.html">Uma Mulher Espera Por Mim</a></li>
<li><a title="Eu Espont&acirc;neo" href="http://poesiadewhitman.com/eu-espontaneo.html">Eu Espont&acirc;neo</a></li>
<li><a title="Uma Hora Para Dem&ecirc;ncia e J&uacute;bilo" href="http://poesiadewhitman.com/uma-hora-para-demencia-e-jubilo.html">Uma Hora Para Dem&ecirc;ncia e J&uacute;bilo</a></li>
<li><a title="Do Ressonante Oceano a Multid&atilde;o" href="http://poesiadewhitman.com/do-ressonante-oceano-a-multidao.html">Do Ressonante Oceano a Multid&atilde;o</a></li>
<li><a title="Eras e Eras Retornando em Intervalos" href="http://poesiadewhitman.com/eras-e-eras-retornando-em-intervalos.html">Eras e Eras Retornando em Intervalos</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a title="N&oacute;s Dois, o Quanto Fomos Logrados" href="http://poesiadewhitman.com/nos-dois-o-quanto-fomos-logrados.html">N&oacute;s Dois, o Quanto Fomos Logrados</a></li>
<li><a title="Oh H&iacute;men! Oh Himeneu!" href="http://poesiadewhitman.com/oh-himen-oh-himeneu.html">Oh H&iacute;men! Oh Himeneu!</a></li>
<li><a title="Sou Aquele Que Sofre Com o Amor" href="http://poesiadewhitman.com/sou-aquele-que-sofre-com-o-amor.html">Sou Aquele Que Sofre Com o Amor</a></li>
<li><a title="Momentos Naturais" href="http://poesiadewhitman.com/momentos-naturais.html">Momentos Naturais</a></li>
<li><a title="Uma Vez Atravessei Uma Populosa Cidade" href="http://poesiadewhitman.com/uma-vez-atravessei-uma-populosa-cidade.html">Uma Vez Atravessei Uma Populosa Cidade</a></li>
<li><a title="Vos Ouvi Dulci-Solenes Tubos do &Oacute;rg&atilde;o" href="http://poesiadewhitman.com/vos-ouvi-dulci-solenes-tubos-do-orgao.html">Vos Ouvi Dulci-Solenes Tubos do &Oacute;rg&atilde;o</a></li>
<li><a title="Encarando o Oeste Nas Praias da Calif&oacute;rnia" href="http://poesiadewhitman.com/encarando-o-oeste-nas-praias-da-california.html">Encarando o Oeste Nas Praias da Calif&oacute;rnia</a></li>
</ul>
<ul>
<li><a title="Feito Ad&atilde;o de Manh&atilde; Cedo" href="http://poesiadewhitman.com/feito-adao-de-manha-cedo.html">Feito Ad&atilde;o de Manh&atilde; Cedo</a></li>
</ul>
<p>***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/concluida-a-publicacao-de-descendentes-de-adao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Can&#231;&#227;o da Acha-d’Armas</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/cancao-da-acha-d%e2%80%99armas.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/cancao-da-acha-d%e2%80%99armas.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 22:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[13. Canção da Acha-d'Armas]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia de Whitman]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=808</guid>
		<description><![CDATA[Can&#231;&#227;o da Acha-d’Armas . 1 . Arma sim&#233;trica, exposta, p&#225;lida, Cunha extra&#237;da das entranhas da m&#227;e, Corpo lenhoso e osso met&#225;lico, &#250;nico membro e &#250;nico l&#225;bio, Folha gris-azulada em calor encarnado lavrada, cabo obtido de uma sementinha semeada, Em meio e sobre a relva a repousar, Para ser apoio e se apoiar. . Formas fortes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: center;"><strong>Can&ccedil;&atilde;o da Acha-d’Armas</strong></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">.<a href="http://encyclopedia.thefreedictionary.com/Broad-axe" target="_blank"><img class="aligncenter" title="acha d-'arma" src="http://img.tfd.com/thumb/c/ca/Broadaxe.jpg" alt="" width="300" height="144" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;">1</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Arma sim&eacute;trica, exposta, p&aacute;lida,</p>
<p>Cunha extra&iacute;da das entranhas da m&atilde;e,</p>
<p>Corpo lenhoso e osso met&aacute;lico, &uacute;nico membro e &uacute;nico l&aacute;bio,</p>
<p>Folha gris-azulada em calor encarnado lavrada, cabo obtido de uma sementinha semeada,</p>
<p>Em meio e sobre a relva a repousar,</p>
<p>Para ser apoio e se apoiar.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Formas fortes e atributos de formas fortes, neg&oacute;cios viris, cen&aacute;rios e sons,</p>
<p>Longo variado encadeamento de um emblema, ru&iacute;dos de m&uacute;sica,</p>
<p>Dedos do organista saltando staccato sobre as teclas do grande &oacute;rg&atilde;o.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">2</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Bem-vindas s&atilde;o todas as terras da terra, cada uma para sua esp&eacute;cie,</p>
<p>Bem-vindas as terras de pinheiro e carvalho,</p>
<p>Bem-vindas as terras de lim&atilde;o e figo,</p>
<p>Bem-vindas as terras do ouro,</p>
<p>Bem-vindas as terras de trigo e milho, bem-vindas as da uva,</p>
<p>Bem-vindas as terras de a&ccedil;&uacute;car e arroz,</p>
<p>Bem-vindas as terras de algod&atilde;o, bem-vindas as da batata inglesa e batata-doce,</p>
<p>Bem-vindas as montanhas, v&aacute;rzeas, areias, florestas, pradarias,</p>
<p>Bem-vindas as ricas ribeiras, chapadas, aberturas,</p>
<p>Bem-vindas as pastagens incomensur&aacute;veis, bem-vindo o solo f&eacute;rtil de pomares, linho, mel, c&acirc;nhamo;</p>
<p>Bem-vindas igualmente as outras terras mais endurecidas,</p>
<p>Terras t&atilde;o ricas quanto terras de ouro ou trigo e terras de fruta,</p>
<p>Terras de minas, terras dos min&eacute;rios varonis e &aacute;speros,</p>
<p>Terras de carv&atilde;o, cobre, chumbo, estanho, zinco,</p>
<p>Terras de ferro—terras da fabrica&ccedil;&atilde;o do machado.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">3</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>A tora no monte de lenha, o machado apoiado nela,</p>
<p>A r&uacute;stica choupana, a videira sobre a porta, o ro&ccedil;ado para um jardim,</p>
<p>O respingar irregular da chuva nas folhas ap&oacute;s a tempestade se aplacar,</p>
<p>A l&aacute;stima e a lam&uacute;ria aqui e ali, o pensamento do mar,</p>
<p>O pensar em navios encalhados na tempestade e quase adernados, e o corte dos mastros,</p>
<p>O sentimento das enormes vigas das casas antigas e dos galp&otilde;es,</p>
<p>O impresso ou narrativa lembrada, o transporte ao acaso de homens, fam&iacute;lias, bens,</p>
<p>O desembarque, a funda&ccedil;&atilde;o de uma nova cidade,</p>
<p>A viagem daqueles que buscaram uma Nova Inglaterra e a acharam, o in&iacute;cio em qualquer lugar,</p>
<p>As col&ocirc;nias do Arkansas, Colorado, Ottawa, Willamette,</p>
<p>O lento progresso, o parco alimento, o machado, rifle, alforjes;</p>
<p>A beleza de todas as pessoas aventureiras e audazes,</p>
<p>A beleza dos lenhadores juvenis e adultos com suas caras claras n&atilde;o aparadas,</p>
<p>A beleza da independ&ecirc;ncia, partida, a&ccedil;&otilde;es que confiam em si,</p>
<p>O desd&eacute;m americano por estatutos e cerim&ocirc;nias, a infinita impaci&ecirc;ncia da limita&ccedil;&atilde;o,</p>
<p>A frouxa orienta&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter, a alus&atilde;o a tipos ao acaso, a solidifica&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>O a&ccedil;ougueiro no matadouro, os tripulantes a bordo de escunas e escaleres, o jangadeiro, o pioneiro,</p>
<p>Lenhadores em seu acampamento de inverno, alvorada no bosque, filetes de neve nos ramos de &aacute;rvores, o estalo fortuito,</p>
<p>O som claro e festivo da pr&oacute;pria voz, a can&ccedil;&atilde;o feliz, a vida natural do bosque, o forte trabalho do dia,</p>
<p>O fogo flamejante &agrave; noite, o gosto suave da ceia, a conversa, a cama de ramos de cicuta e a pele de urso;</p>
<p>O construtor de casas a trabalho nas cidades ou em qualquer lugar,</p>
<p>Os encaixes, enquadramento, serra, mortagem preparat&oacute;rios,</p>
<p>O i&ccedil;amento de vigas, a press&atilde;o para coloc&aacute;-las no lugar, assentando-as regular,</p>
<p>Fixando os cravos junto &agrave;s respigas nos malhetes como estavam preparados,</p>
<p>As batidas de macetes e martelos, as atitudes dos homens, seus membros curvados,</p>
<p>Se dobrando, se erguendo, montados nas vigas, cravando os pinos, se segurando em esteios e grampos,</p>
<p>O bra&ccedil;o curvo sobre o frechal, o outro bra&ccedil;o empunhando o machado,</p>
<p>Os soalheiros for&ccedil;ando as pranchas rente para pregar,</p>
<p>Suas posturas baixando suas armas sobre as vigas mestras,</p>
<p>Os ecos ressoando pelo edif&iacute;cio vazio;</p>
<p>O enorme armaz&eacute;m ajustado na cidade em progresso correto,</p>
<p>Os seis construtores, dois no meio e dois em cada ponta, cuidadosamente carregando em seus ombros uma verga pesada para travess&atilde;o,</p>
<p>A fileira completa de pedreiros com colheres em suas m&atilde;os direitas assentando rapidamente a longa parede lateral, duzentos p&eacute;s da frente ao fundo,</p>
<p>O flex&iacute;vel subir e descer de costas, o cont&iacute;nuo estalar das colheres batendo nos tijolos,</p>
<p>Os tijolos um ap&oacute;s outro cada um assentado t&atilde;o bem em seu lugar, e fixado com um golpe do cabo da colher,</p>
<p>As pilhas de materiais, a argamassa na trolha, e o reabastecimento regular dos carregadores;</p>
<p>Fazedores de longarinas no p&aacute;tio, a fileira apinhada de aprendizes bem-crescidos,</p>
<p>O balan&ccedil;o de seus machados na tora esquadriada modelando-a em forma de mastro,</p>
<p>O vivaz crepitar curto do a&ccedil;o pregado enviesado no pinho,</p>
<p>Os cavacos cor de manteiga voando em grandes flocos e lascas,</p>
<p>O movimento male&aacute;vel de jovens bra&ccedil;os musculosos e quadris em trajes leves,</p>
<p>O construtor de cais, pontes, molhes, tabiques, b&oacute;ias, esteios contra o mar;</p>
<p>O bombeiro da cidade, o inc&ecirc;ndio que de repente estoura na pra&ccedil;a apertada,</p>
<p>As m&aacute;quinas chegando, os gritos roucos, o &aacute;gil pisar e ousar,</p>
<p>O comando forte das trombetas de inc&ecirc;ndio, o entrar em forma, o subir e descer dos bra&ccedil;os for&ccedil;ando a &aacute;gua,</p>
<p>Os esguios, espasm&oacute;dicos, jatos azul-alvos, o trazer o aux&iacute;lio de ganchos e escadas e sua execu&ccedil;&atilde;o,</p>
<p>A quebra e corte de madeiramento conectivo, ou atrav&eacute;s dos pisos se o fogo arde debaixo deles,</p>
<p>A multid&atilde;o assistindo com seus rostos iluminados, o clar&atilde;o e as sombras densas;</p>
<p>O forjador no forno de sua forja e o usu&aacute;rio de ferro &agrave; sua procura,</p>
<p>O fabricante do machado grande e pequeno, e o soldador e o temperador de metal,</p>
<p>O selecionador soprando seu h&aacute;lito no a&ccedil;o frio e testando o fio com seu polegar,</p>
<p>O que molda bem o cabo e o ajusta firmemente na cavidade;</p>
<p>Os cortejos sombrios dos retratos dos usu&aacute;rios passados tamb&eacute;m,</p>
<p>Os pacientes mec&acirc;nicos primordiais, os arquitetos e engenheiros,</p>
<p>O distante edif&iacute;cio Ass&iacute;rio e edif&iacute;cio Mizra<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn1">[1]</a>,</p>
<p>Os lictores<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn2">[2]</a> romanos precedendo os c&ocirc;nsules,</p>
<p>O antigo guerreiro europeu com seu machado em combate,</p>
<p>O bra&ccedil;o levantado, o fragor de golpes na cabe&ccedil;a galeada<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn3">[3]</a>,</p>
<p>O uivo da morte, o corpo fl&aacute;cido e tr&ocirc;pego, o ataque de amigo e inimigo l&aacute;,</p>
<p>O s&iacute;tio de l&iacute;gios revoltados determinados &agrave; liberdade,</p>
<p>O apelo &agrave; rendi&ccedil;&atilde;o, o arremeter em port&otilde;es de castelo, a tr&eacute;gua e a negocia&ccedil;&atilde;o,</p>
<p>O saque a uma antiga cidade em seu tempo,</p>
<p>O irromper de mercen&aacute;rios e fan&aacute;ticos tumultuosa e desordenadamente,</p>
<p>Urro, chamas, sangue, embriaguez, dem&ecirc;ncia,</p>
<p>Bens livremente pilhados de casas e templos, berros de mulheres agarradas por bandidos,</p>
<p>Arte e furto de vivandeiros<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn4">[4]</a>, homens correndo, velhos se desesperando,</p>
<p>O inferno da guerra, as crueldades de credos,</p>
<p>A lista de todas as a&ccedil;&otilde;es resolutas e palavras justas ou injustas,</p>
<p>O poder da personalidade justo ou injusto.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">4</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>M&uacute;sculo e &acirc;nimo para sempre!</p>
<p>O que envigora a vida envigora a morte,</p>
<p>E os mortos avan&ccedil;am tanto quanto os vivos,</p>
<p>E o futuro n&atilde;o &eacute; mais incerto que o presente,</p>
<p>Pois a aspereza da terra e do homem inclui tanto quanto a delicadeza da terra e do homem,</p>
<p>E nada perdura exceto qualidades pessoais.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O que achas que perdura?</p>
<p>Achas que uma grande cidade perdura?</p>
<p>Ou um produtivo estado industrial? ou uma constitui&ccedil;&atilde;o preparada? ou os navios a vapor mais bem constru&iacute;dos?</p>
<p>Ou hot&eacute;is de granito e ferro? ou quaisquer chef-d&#8217;oeuvres<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn5">[5]</a> de engenharia, fortes, armamentos?</p>
<p>Fora! estes n&atilde;o s&atilde;o para ser acalentados por si mesmos,</p>
<p>Eles preenchem seu tempo, os dan&ccedil;arinos dan&ccedil;am, os m&uacute;sicos tocam para eles,</p>
<p>O espet&aacute;culo passa, tudo vai bem o bastante claro,</p>
<p>Tudo vai muito bem at&eacute; uma fa&iacute;sca de desafio.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Uma grande cidade &eacute; aquela que tem os maiores homens e mulheres,</p>
<p>Se for umas choupanas rotas ainda assim &eacute; a maior cidade no mundo inteiro.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">5</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O lugar onde fica uma grande cidade n&atilde;o &eacute; o lugar de cais extensos, docas, manufaturas, dep&oacute;sitos de produ&ccedil;&atilde;o apenas,</p>
<p>Nem o lugar de incessantes sauda&ccedil;&otilde;es de rec&eacute;m-chegados  ou de levantadores de &acirc;ncora de quem parte,</p>
<p>Nem o lugar dos edif&iacute;cios mais altos e mais caros ou de lojas vendendo mercadorias do resto da terra,</p>
<p>Nem o lugar das melhores bibliotecas e escolas, nem o lugar onde o dinheiro &eacute; mais abundante,</p>
<p>Nem o lugar da mais numerosa popula&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Onde fica a cidade com a ra&ccedil;a mais vigorosa de oradores e bardos,</p>
<p>Onde fica a cidade que &eacute; amada por estes, e os ama em troca e os entende,</p>
<p>Onde n&atilde;o existem monumentos a her&oacute;is exceto nas palavras e a&ccedil;&otilde;es comuns,</p>
<p>Onde parcim&ocirc;nia est&aacute; em seu lugar, e prud&ecirc;ncia est&aacute; em seu lugar,</p>
<p>Onde os homens e mulheres consideram as leis de leve,</p>
<p>Onde o escravo cessa, e o senhor de escravos cessa,</p>
<p>Onde as massas logo se levantam contra a aud&aacute;cia sem fim de pessoas eleitas,</p>
<p>Onde homens e mulheres ferozes derramam como o mar derrama ao apito da morte suas ondas impetuosas e dilaceradas,</p>
<p>Onde autoridade exterior sempre entra ap&oacute;s a preced&ecirc;ncia da autoridade interior,</p>
<p>Onde o cidad&atilde;o &eacute; sempre o comandante e ideal, e Presidente, Prefeito, Governador e demais, s&atilde;o agentes remunerados,</p>
<p>Onde crian&ccedil;as s&atilde;o ensinadas a ser independentes, e a depender de si,</p>
<p>Onde a equanimidade &eacute; ilustrada nos afazeres,</p>
<p>Onde especula&ccedil;&otilde;es sobre a alma s&atilde;o estimuladas,</p>
<p>Onde mulheres andam em pr&eacute;stitos p&uacute;blicos nas ruas iguais aos homens,</p>
<p>Onde elas entram em assembl&eacute;ia p&uacute;blica e tomam assentos iguais aos homens;</p>
<p>Onde fica a cidade dos amigos mais fi&eacute;is,</p>
<p>Onde fica a cidade do asseio dos sexos,</p>
<p>Onde fica a cidade dos pais mais saud&aacute;veis,</p>
<p>Onde fica a cidade das m&atilde;es fisicamente mais aptas,</p>
<p>A&iacute; fica a grande cidade.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">6</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Como parecem pobres argumentos ante uma a&ccedil;&atilde;o desafiante!</p>
<p>Como a ostenta&ccedil;&atilde;o dos materiais de cidades murcha ante o olhar de um homem ou mulher!</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Tudo aguarda ou corre &agrave; revelia at&eacute; que um ser forte apare&ccedil;a;</p>
<p>Um ser forte &eacute; a evid&ecirc;ncia da ra&ccedil;a e da habilidade do universo,</p>
<p>Quando ele ou ela aparece os materiais s&atilde;o intimidados,</p>
<p>Cessa a disputa na alma,</p>
<p>Os velhos costumes e frases s&atilde;o confrontados, repelidos, ou armazenados.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O que &eacute; teu enriquecimento agora? o que ele pode fazer agora?</p>
<p>O que &eacute; tua respeitabilidade agora?</p>
<p>O que s&atilde;o tua teologia, instru&ccedil;&atilde;o, sociedade, tradi&ccedil;&otilde;es, livros estatuto, agora?</p>
<p>Onde est&atilde;o tuas invectivas de ser agora?</p>
<p>Onde est&atilde;o teus sofismas sobre a alma agora?</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">7</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Uma paisagem est&eacute;ril cobre o min&eacute;rio, h&aacute; t&atilde;o bom quanto o melhor apesar da apar&ecirc;ncia agreste.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>H&aacute; a mina, h&aacute; os mineiros,</p>
<p>O forno da forja est&aacute; l&aacute;, a fus&atilde;o &eacute; realizada, os marteladores est&atilde;o &agrave; m&atilde;o com suas tenazes e martelos,</p>
<p>O que sempre serviu e sempre serve est&aacute; &agrave; m&atilde;o.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Do que isto nada serviu melhor, serviu tudo,</p>
<p>Serviu o grego de fala fluente e percep&ccedil;&atilde;o agu&ccedil;ada, e muito antes do grego,</p>
<p>Serviu na constru&ccedil;&atilde;o dos edif&iacute;cios que duram mais que os outros,</p>
<p>Serviu o hebreu, o persa, o mais antigo hindustani,</p>
<p>Serviu a tribo pr&eacute;-hist&oacute;rica no Mississippi<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn6">[6]</a>, serviu aqueles cujas rel&iacute;quias permanecem na Am&eacute;rica Central,</p>
<p>Serviu os templos &Aacute;lbicos<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn7">[7]</a> em bosques ou plan&iacute;cies, com pilares brutos e os druidas,</p>
<p>Serviu as fissuras artificiais, vastas, altas, silenciosas, nas colinas cobertas de neve da Escandin&aacute;via,</p>
<p>Serviu aqueles que em tempos imemoriais fizeram nas paredes de granito r&uacute;sticos esbo&ccedil;os do sol, lua, estrelas, navios, ondas do mar,</p>
<p>Serviu as rotas das irrup&ccedil;&otilde;es dos godos, serviu as tribos pastorais e n&ocirc;mades,</p>
<p>Serviu o distante Kelt<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn8">[8]</a>, serviu os intr&eacute;pidos piratas do B&aacute;ltico,</p>
<p>Serviu antes de qualquer um desses os homens vener&aacute;veis e inofensivos da Eti&oacute;pia,</p>
<p>Serviu a confec&ccedil;&atilde;o de lemes para as gal&eacute;s de prazer e a fabrica&ccedil;&atilde;o dessas para a guerra,</p>
<p>Serviu todos os grandes trabalhos em terra e todos os grandes trabalhos no mar,</p>
<p>Para as eras medievais e antes das eras medievais,</p>
<p>Serviu n&atilde;o s&oacute; os vivos antes como agora, mas serviu os mortos.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">8</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Vejo o carrasco<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn9">[9]</a> europeu,</p>
<p>Ele est&aacute; mascarado, trajado de vermelho, com pernas enormes e fortes bra&ccedil;os despidos,</p>
<p>E se ap&oacute;ia num pesado machado.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>(Quem tens abatido ultimamente carrasco europeu?</p>
<p>De quem &eacute; esse sangue sobre ti t&atilde;o &uacute;mido e grudento?)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Vejo os alvos ocasos dos m&aacute;rtires,</p>
<p>Vejo dos cadafalsos os fantasmas descentes,</p>
<p>Fantasmas de senhores mortos, damas descoroadas, ministros impugnados, reis rejeitados,</p>
<p>Rivais, traidores, envenenadores, l&iacute;deres desgra&ccedil;ados e os demais.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Vejo aqueles que em qualquer terra morreram pela boa causa,</p>
<p>A semente &eacute; escassa, no entanto a safra nunca se esgotar&aacute;,</p>
<p>(Cuidai, Ah reis estrangeiros, Ah padres, a safra nunca se esgotar&aacute;.)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Vejo o sangue inteiramente lavado do machado,</p>
<p>Tanto a l&acirc;mina quanto o cabo est&atilde;o limpos,</p>
<p>Eles n&atilde;o espirram mais o sangue de nobres europeus, n&atilde;o mais cingem os pesco&ccedil;os de rainhas.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Vejo o carrasco recuar e se tornar in&uacute;til,</p>
<p>Vejo o &iacute;nvio e mofado cadafalso, n&atilde;o vejo mais nenhum machado nele,</p>
<p>Vejo o poderoso e simp&aacute;tico emblema do poder de minha pr&oacute;pria ra&ccedil;a, a ra&ccedil;a mais nova, maior.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">9</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>(Am&eacute;rica! n&atilde;o alardeio meu amor por ti,</p>
<p>Tenho o que eu tenho.)</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O machado salta!</p>
<p>A s&oacute;lida floresta d&aacute; fluidas elocu&ccedil;&otilde;es,</p>
<p>Elas desabam, levantam e formam,</p>
<p>Cabana, barraca, plataforma, inspe&ccedil;&atilde;o,</p>
<p>Mangual, arado, picareta, alavanca, p&aacute;,</p>
<p>Sarrafo, grade, escora, lambris, batente, ripa, painel, oit&atilde;o,</p>
<p>Cidadela, teto, bar, academia, &oacute;rg&atilde;o, casa de exposi&ccedil;&atilde;o, biblioteca,</p>
<p>Cornija, treli&ccedil;a, pilastra, sacada, janela, torre&atilde;o, varanda,</p>
<p>Enxada, ancinho, forcado, l&aacute;pis, carreta, cajado, serra, plaina, malho, cunha, manilha<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn10">[10]</a>,</p>
<p>Cadeira, tina, aro, mesa, postigo, ventoinha, caixilho, piso,</p>
<p>Caixa de costura, ba&uacute;, instrumento de corda, barco, moldura, e n&atilde;o sei que mais,</p>
<p>Capit&oacute;lios dos Estados, e capit&oacute;lio<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn11">[11]</a> da na&ccedil;&atilde;o de Estados,</p>
<p>Longas fileiras imponentes em avenidas, hospitais para &oacute;rf&atilde;os ou para os pobres ou doentes,</p>
<p>Vapores de Manhattan e veleiros tomando as medidas de todos os mares.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas se elevam!</p>
<p>Formas do uso de machados de qualquer forma, e os usu&aacute;rios e tudo aquilo que os avizinha,</p>
<p>Cortadores de madeira e carregadores dela para o Penobscot ou Kennebec<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn12">[12]</a>,</p>
<p>Moradores em cabanas entre as montanhas Californianas ou &agrave; beira de pequenos lagos, ou em Col&uacute;mbia,</p>
<p>Moradores ao sul nas margens do Gila ou Rio Grande, simp&aacute;ticos ajuntamentos, os car&aacute;teres e a divers&atilde;o,</p>
<p>Moradores &agrave; beira do S&atilde;o Louren&ccedil;o, ou norte no Kanad&aacute;, ou junto a Yellowstone<a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftn13">[13]</a>, moradores nos litorais e fora dos litorais,</p>
<p>Pescadores de focas, baleeiros, marinheiros &aacute;rticos quebrando passagens pelo gelo.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas se elevam!</p>
<p>Formas de f&aacute;bricas, arsenais, fundi&ccedil;&otilde;es, mercados,</p>
<p>Formas dos duplos trilhos tramados das ferrovias,</p>
<p>Formas dos dormentes de pontes, vastas arma&ccedil;&otilde;es, barrotes, arcos,</p>
<p>Formas das frotas de barca&ccedil;as, reboques, destreza lacustre e canalar, destreza fluvial,</p>
<p>Estaleiros e docas secas &agrave; beira dos mares Orientais e Ocidentais, e em muita ba&iacute;a e lugar retirado,</p>
<p>As sobrequilhas de carvalho americano, as pranchas de pinho, os mastros, as ra&iacute;zes de lari&ccedil;o como juntas,</p>
<p>Os pr&oacute;prios navios em suas rotas, os atadores de plataformas, os trabalhadores ocupados fora e dentro,</p>
<p>As ferramentas largadas, a grande verruma e pequena verruma, a enx&oacute;, parafuso, linha, esquadro, goiva, e plaina para n&oacute;dulos.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">10</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas se elevam!</p>
<p>A forma medida, serrada, erguida, unida, manchada,</p>
<p>A forma do caix&atilde;o para o morto jazer dentro em sua mortalha,</p>
<p>A forma conseguida em hastes, nas hastes da arma&ccedil;&atilde;o da cama, nas hastes da cama da noiva,</p>
<p>A forma do pequeno cocho, a forma das arma&ccedil;&otilde;es curvas em baixo, a forma do ber&ccedil;o do beb&ecirc;,</p>
<p>A forma das t&aacute;buas do assoalho, as t&aacute;buas do assoalho para p&eacute;s de dan&ccedil;arinos,</p>
<p>A forma das t&aacute;buas do lar familiar, o lar dos simp&aacute;ticos pais e filhos,</p>
<p>A forma do telhado do lar do rapaz e mo&ccedil;a felizes, o telhado sobre os jovens bem-casados,</p>
<p>O telhado sobre a ceia jubilosamente cozida pela casta esposa, e jubilosamente comida pelo casto marido, contente depois de seu dia de trabalho.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas se elevam!</p>
<p>A forma do lugar do prisioneiro no tribunal, e dele ou dela sentado no lugar,</p>
<p>A forma do bar no qual se ap&oacute;iam o jovem e o velho bebedor de rum,</p>
<p>A forma da escada envergonhada e raivosa pisada por passos furtivos,</p>
<p>A forma do sof&aacute;, e o casal ad&uacute;ltero doentio,</p>
<p>A forma do tabuleiro de jogo com seus ganhos e perdas diab&oacute;licos,</p>
<p>A forma da escada de m&atilde;o para o assassino condenado e sentenciado, o assassino com rosto  desfigurado e bra&ccedil;os atados,</p>
<p>O xerife perto com seus delegados, a multid&atilde;o silenciosa e de l&aacute;bios p&aacute;lidos, o balan&ccedil;o da corda.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas se elevam!</p>
<p>Formas de portas dando muitas sa&iacute;das e entradas,</p>
<p>A porta passando o amigo dividido corado e com pressa,</p>
<p>A porta que admite boas not&iacute;cias e m&aacute;s not&iacute;cias,</p>
<p>A porta de onde o filho deixou o lar confiante e esbaforido,</p>
<p>A porta pela qual entrou de novo ap&oacute;s longa e escandalosa aus&ecirc;ncia, adoecido, arruinado, sem inoc&ecirc;ncia, sem meios.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">11</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>Sua forma se eleva,</p>
<p>Ela menos guardada que nunca, por&eacute;m mais guardada que nunca,</p>
<p>Os toscos e sujos entre os quais se move n&atilde;o a fazem tosca e suja,</p>
<p>Ela conhece os pensamentos conforme passa, nada &eacute; oculto a ela,</p>
<p>Ela &eacute; contudo respeitosa ou simp&aacute;tica para isso,</p>
<p>Ela &eacute; a mais amada, &eacute; sem exce&ccedil;&atilde;o, ela n&atilde;o tem raz&atilde;o para temer e ela n&atilde;o teme,</p>
<p>Juramentos, querelas, can&ccedil;&otilde;es solu&ccedil;adas, express&otilde;es obscenas, s&atilde;o v&atilde;s a ela quando ela passa,</p>
<p>Ela &eacute; calada, ela &eacute; dona de si, eles n&atilde;o a ofendem,</p>
<p>Ela os recebe como as leis da Natureza os recebem, ela &eacute; forte,</p>
<p>Ela tamb&eacute;m &eacute; uma lei da Natureza—n&atilde;o h&aacute; nenhuma lei mais forte que ela.</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center;">12</p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>As formas principais se elevam!</p>
<p>Formas de Democracia total, resultado de s&eacute;culos,</p>
<p>Formas sempre projetando outras formas,</p>
<p>Formas de turbulentas cidades varonis,</p>
<p>Formas dos amigos e doadores de lares de toda a terra,</p>
<p>Formas fixando a terra e fixadas com toda a terra.</p>
<hr size="1" /><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref1">[1]</a> Eg&iacute;pcio; Mizraim &eacute; o nome b&iacute;blico do Egito.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref2">[2]</a> Varia&ccedil;&atilde;o: litor; oficial que, na Roma antiga, acompanhava os magistrados com um molho de varas e uma machadinha para as execu&ccedil;&otilde;es da justi&ccedil;a. Este feixe de varas com machado (em it<em>., fascio</em>; em lat. <em>fasces</em>), representando o poder de puni&ccedil;&atilde;o das autoridades, se transformou no s&iacute;mbolo do fascismo (1922-1943; sistema pol&iacute;tico nacionalista, imperialista e antidemocr&aacute;tico, liderado por Benito Mussolini, 1883-1945, na It&aacute;lia).</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref3">[3]</a> “Helmeted head”, ou seja, cabe&ccedil;a protegida por capacete ou elmo, que era um tipo de capacete que protegia a cabe&ccedil;a nas armaduras antigas; outro nome pra elmo &eacute; “g&aacute;lea”, da&iacute;, galeado(a).</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref4">[4]</a> Vendedores e prostitutas que seguem unidades militares em campanha.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref5">[5]</a> Do franc&ecirc;s, obras primas.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref6">[6]</a> No original, “Served the mound-raiser on the Mississippi”; esta tribo pr&eacute;-hist&oacute;rica, que construiu aterros, t&uacute;mulos e c&ocirc;moros no vale do Mississippi &eacute; geralmente conhecida como “mound-builder”.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref7">[7]</a> Ou “templos ingleses”; o termo vem de Albion, antigo nome da Inglaterra.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref8">[8]</a> Variante de (<em>Celt</em>) Celta.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref9">[9]</a> No sentido de decapitador.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref10">[10]</a> Al&ccedil;a ou manivela de prelo manual.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref11">[11]</a> Note-se a invers&atilde;o da letra inicial desta palavra no poema: a sede do Congresso em Washington, D.C. &eacute; com mai&uacute;scula: Capit&oacute;lio; e as sedes das assembl&eacute;ias legislativas estaduais, com min&uacute;scula: capit&oacute;lios.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref12">[12]</a> Nota-se pelo pr&oacute;prio contexto que s&atilde;o rios; no caso, rios localizados no estado do Maine e que des&aacute;guam no Oceano Atl&acirc;ntico.</p>
<p><a href="file:///D:/Meus%20Documentos/TRADU%C3%87%C3%95ES%20DOUTORADO/TEXTOS%20PARA%20PUBLICAR/OS%20POEMAS%20DA%20TESE.doc#_ftnref13">[13]</a> Rio, lago e parque (o Parque Nacional de Yellowstone foi criado em 1872, e &eacute; o primeiro parque nacional dos Estados Unidos da Am&eacute;rica; ele se localiza em Wyoming, Montana e Idaho).</p>
<p>***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/cancao-da-acha-d%e2%80%99armas.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Meu presente de Natal aos leitores de l&#237;ngua portuguesa</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/meu-presente-de-natal-aos-leitores-de-lingua-portuguesa.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/meu-presente-de-natal-aos-leitores-de-lingua-portuguesa.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[00. Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Saudação de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=726</guid>
		<description><![CDATA[Caros leitores, este blog &#233; o meu presente de Natal a todos os brasileiros, em particular, e a todos os falantes de l&#237;ngua portuguesa em geral, de hoje e de muitos anos vindouros. Aqui estou publicando, em um &#250;nico site, a tradu&#231;&#227;o da obra magistral de Walt Whitman: Folhas de Relva. Fa&#231;am seu passeio por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Caros leitores,</p>
<p>este blog &eacute; o meu <strong>presente de Natal </strong>a todos os brasileiros, em particular, e a todos os falantes de l&iacute;ngua portuguesa em geral, de hoje e de muitos anos vindouros. Aqui estou publicando, em um &uacute;nico site, a <strong>tradu&ccedil;&atilde;o</strong> da <strong>obra</strong> magistral de <strong>Walt Whitman</strong>: <em>Folhas de Relva</em>. Fa&ccedil;am seu passeio por este s&iacute;tio dedicado &agrave; <strong>poesia</strong> e descubram os grandes <strong>poemas</strong> desse mestre do verso norte-americano, que recebe esta homenagem entre n&oacute;s.</p>
<p>Todos os <strong>lus&oacute;fonos</strong>, de todas as latitudes, daqui do <strong>Brasil, </strong>de<strong> Angola, Cabo Verde, Galiza, Guin&eacute;-Bissau, Macau, Mo&ccedil;ambique, Portugal, S&atilde;o Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe, Timor-Leste</strong> e todas as outras comunidades que compartem do nosso vern&aacute;culo, sejam bem-vindos a estas plagas po&eacute;ticas.</p>
<p>Um grande abra&ccedil;o a todos,</p>
<p>Gentil Saraiva Jr.</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/meu-presente-de-natal-aos-leitores-de-lingua-portuguesa.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O poema-ep&#237;grafe de Folhas de Relva</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/o-poema-epigrafe-de-folhas-de-relva.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/o-poema-epigrafe-de-folhas-de-relva.html#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Dec 2009 21:54:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=712</guid>
		<description><![CDATA[Caros leitores, este &#233; o poema que Whitman escreveu para ser a ep&#237;grafe de sua obra (a partir da edi&#231;&#227;o de 1876), ou seja, o texto de introdu&#231;&#227;o de suas composi&#231;&#245;es. Curiosamente, este termo significa um texto breve, em forma de inscri&#231;&#227;o, que abre uma composi&#231;&#227;o maior. E o primeiro livro de Folhas de Relva &#233; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Caros leitores,</p>
<p>este &eacute; o <strong>poema que Whitman</strong> escreveu para ser a <strong>ep&iacute;grafe de sua obra </strong>(a partir da edi&ccedil;&atilde;o de 1876), ou seja, o texto de introdu&ccedil;&atilde;o de suas composi&ccedil;&otilde;es. Curiosamente, este termo significa um texto breve, em forma de inscri&ccedil;&atilde;o, que abre uma composi&ccedil;&atilde;o maior. E o primeiro livro de <em>Folhas de Relva</em> &eacute; intitulado <em><a title="os poemas deste livro" href="http://poesiadewhitman.com/category/inscricoes" target="_blank">INSCRI&Ccedil;&Otilde;ES</a></em>! O bardo norte-americano sempre teve um imenso cuidado com seu legado, que aqui transponho para nossa l&iacute;ngua.</p>
<p>***</p>
<p>EP&Iacute;GRAFE</p>
<p>Vem, disse minha Alma,<br />
Tais versos a meu Corpo vamos escrever, (pois somos um),<br />
Que eu retornasse ap&oacute;s a morte invisivelmente,<br />
Ou, muito, muito adiante, em outras esferas,<br />
L&aacute; a algum grupo de parceiros retomando os cantos,<br />
(Marcando o solo, &aacute;rvores, ventos, ondas tumultuosas da Terra,)<br />
Sempre com sorriso satisfeito poderei seguir,<br />
Sempre e sempre ainda reconhecendo os versos &#8211; como, primeiro, eu, aqui e agora,<br />
Assinando por Alma e Corpo, aponho-lhes meu nome,</p>
<p><strong>Walt Whitman</strong></p>
<p>***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/o-poema-epigrafe-de-folhas-de-relva.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livro Aves de Arriba&#231;&#227;o, de Whitman, completo na rede</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/livro-aves-de-arribacao-de-whitman-completo-na-rede.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/livro-aves-de-arribacao-de-whitman-completo-na-rede.html#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 23:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[00. Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Aves de Arribação]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=706</guid>
		<description><![CDATA[Caros leitores, mais um livro de Walt Whitman, AVES DE ARRIBA&#199;&#195;O (ou P&#225;ssaros Migrat&#243;rios, para quem preferir &#8211; BIRDS OF PASSAGE), integrante de sua obra Folhas de Relva, est&#225; publicado aqui de forma completa. Os links para os poemas, na ordem correta, est&#227;o a seguir (19. Aves de Arriba&#231;&#227;o): Introdu&#231;&#227;o ao livro Aves de Arriba&#231;&#227;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Caros leitores,</p>
<p>mais um<strong> livro</strong> de <strong>Walt Whitman</strong>, <em>AVES DE ARRIBA&Ccedil;&Atilde;O</em> (ou <strong><em>P&aacute;ssaros Migrat&oacute;rios</em></strong>, para quem preferir &#8211; <em>BIRDS OF PASSAGE</em>), integrante de sua obra <em>Folhas de Relva</em>, est&aacute; publicado aqui de forma completa. Os links para os <strong>poemas</strong>, na ordem correta, est&atilde;o a seguir (<a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="19. Aves de Arriba&ccedil;&atilde;o" href="http://poesiadewhitman.com/category/19-aves-de-arribacao">19. Aves de Arriba&ccedil;&atilde;o</a>):</p>
<ul>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Introdu&ccedil;&atilde;o ao livro Aves de Arriba&ccedil;&atilde;o" href="http://poesiadewhitman.com/introducao-ao-livro-aves-de-arribacao.html">Introdu&ccedil;&atilde;o ao livro Aves de Arriba&ccedil;&atilde;o</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Can&ccedil;&atilde;o do Universal" href="http://poesiadewhitman.com/cancao-do-universal.html">Can&ccedil;&atilde;o do Universal</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Pioneiros! Oh Pioneiros!" href="http://poesiadewhitman.com/pioneiros-oh-pioneiros.html">Pioneiros! Oh Pioneiros!</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="A Ti" href="http://poesiadewhitman.com/aves-de-arribacao-a-ti.html">A Ti</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Fran&ccedil;a" href="http://poesiadewhitman.com/franca.html">Fran&ccedil;a</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Eu Mesmo e Minha" href="http://poesiadewhitman.com/eu-mesmo-e-minha.html">Eu Mesmo e Minha</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="Ano de Meteoros" href="http://poesiadewhitman.com/ano-de-meteoros.html">Ano de Meteoros</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="Com Antecedentes" href="http://poesiadewhitman.com/com-antecedentes.html">Com Antecedentes</a></li>
</ul>
<p>***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/livro-aves-de-arribacao-de-whitman-completo-na-rede.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O livro DETRITO MARINHO, de Whitman, est&#225; completo na internet</title>
		<link>http://poesiadewhitman.com/o-livro-detrito-marinho-de-whitman-esta-completo-na-internet.html</link>
		<comments>http://poesiadewhitman.com/o-livro-detrito-marinho-de-whitman-esta-completo-na-internet.html#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 17:53:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gentil</dc:creator>
				<category><![CDATA[00. Página Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[21. DETRITO MARINHO]]></category>
		<category><![CDATA[01. FOLHAS DE RELVA]]></category>
		<category><![CDATA[Detrito Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Whitman]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://poesiadewhitman.com/?p=684</guid>
		<description><![CDATA[Caros leitores, rec&#233;m terminei a publica&#231;&#227;o do livro DETRITO MARINHO, de Walt Whitman, neste blog. Este conjunto de poemas faz parte da obra Folhas de Relva, cujo t&#237;tulo engloba toda a poesia do bardo norte-americano. A ordem dos poemas &#233; a seguinte: 21. DETRITO MARINHO Introdu&#231;&#227;o ao livro DETRITO MARINHO Do Ber&#231;o Infindamente Embalando Ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Caros leitores,</p>
<p>rec&eacute;m terminei a publica&ccedil;&atilde;o do <strong>livro</strong> <em>DETRITO MARINHO</em>, de <strong>Walt Whitman</strong>, neste blog. Este <strong>conjunto de poemas</strong> faz parte da obra<strong> <em><span style="font-weight: normal;">Folhas de Relva</span></em></strong>, cujo t&iacute;tulo engloba toda a poesia do bardo norte-americano.</p>
<p>A ordem dos poemas &eacute; a seguinte:</p>
<p><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="21. DETRITO MARINHO" href="http://poesiadewhitman.com/category/21-detrito-marinho">21. DETRITO MARINHO</a></p>
<ul>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Introdu&ccedil;&atilde;o ao livro DETRITO MARINHO" href="http://poesiadewhitman.com/introducao-ao-livro-detrito-marinho.html">Introdu&ccedil;&atilde;o ao livro DETRITO MARINHO</a></li>
<li><a style="text-decoration: underline; color: #000000; border: 0px initial initial;" title="Do Ber&ccedil;o Infindamente Embalando" href="http://poesiadewhitman.com/do-berco-infindamente-embalando.html">Do Ber&ccedil;o Infindamente Embalando</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Ao Vazar com o Oceano da Vida" href="http://poesiadewhitman.com/ao-vazar-com-o-oceano-da-vida.html">Ao Vazar com o Oceano da Vida</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="L&aacute;grimas" href="http://poesiadewhitman.com/lagrimas.html">L&aacute;grimas</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Ao Alcatraz" href="http://poesiadewhitman.com/ao-alcatraz.html">Ao Alcatraz</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="A Bordo ao Leme de um Navio" href="http://poesiadewhitman.com/a-bordo-ao-leme-de-um-navio.html">A Bordo ao Leme de um Navio</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Na Praia &agrave; Noite" href="http://poesiadewhitman.com/na-praia-a-noite.html">Na Praia &agrave; Noite</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="O Mundo Sob o Mar" href="http://poesiadewhitman.com/o-mundo-sob-o-mar.html">O Mundo Sob o Mar</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Na Praia Sozinho &agrave; Noite" href="http://poesiadewhitman.com/na-praia-sozinho-a-noite.html">Na Praia Sozinho &agrave; Noite</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e; border: 0px initial initial;" title="Can&ccedil;&atilde;o para Todos Mares, Todos Navios" href="http://poesiadewhitman.com/cancao-para-todos-mares-todos-navios.html">Can&ccedil;&atilde;o para Todos Mares, Todos Navios</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Patrulhando Barnegat" href="http://poesiadewhitman.com/patrulhando-barnegat.html">Patrulhando Barnegat</a></li>
<li><a style="text-decoration: none; color: #0e570e;" title="Atr&aacute;s do Navio Mar&iacute;timo" href="http://poesiadewhitman.com/atras-do-navio-maritimo.html">Atr&aacute;s do Navio Mar&iacute;timo</a></li>
</ul>
<p>***</p>
<p>Para ver todos os textos publicados neste site, visite o <strong><a title="veja o mapa" href="http://poesiadewhitman.com/mapa-do-site" target="_blank">Mapa do Site</a></strong>.</p>
<p>***</p>
</div><div style='clear:both'></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://poesiadewhitman.com/o-livro-detrito-marinho-de-whitman-esta-completo-na-internet.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
<!-- This Quick Cache file was built for (  poesiadewhitman.com/tag/folhas-de-relva/feed ) in 0.49479 seconds, on May 22nd, 2012 at 4:34 am UTC. -->
<!-- This Quick Cache file will automatically expire ( and be re-built automatically ) on May 22nd, 2012 at 5:34 am UTC -->
