Quando Ponderei em Silêncio

Quando ponderei em silêncio,

Repensando meus poemas, considerando, delongando,

Um Fantasma surgiu ante mim com descrente aspecto,

Terrível em beleza, idade e potência,

O gênio de poetas de antigas terras,

A mim volvendo feito flama seus olhos,

Com dedo apontando muitas canções imortais,

E voz ameaçadora, Que cantas tu? disse,

Não sabes que há somente um tema para bardos persistentes?

E esse  tema é o da Guerra, o destino das batalhas,

O preparo de soldados perfeitos.


Que assim seja, então respondi,  

Eu também altiva Sombra também  canto guerra, e uma mais longa e maior que todas,

Mantida em meu livro com vário destino, com fuga, avanço e recuo, vitória adiada e hesitante,

(Porém acho certo, ou tanto quanto certo, por fim,) o campo o mundo,

Pela vida e morte, pelo Corpo e pela Alma eterna,

Vê, também vim, cantando o cântico das batalhas,

Eu acima de tudo promovo valentes soldados.

***

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