22. À BEIRA DA ESTRADA

Mulheres Bonitas

Mulheres Bonitas

Mulheres repousam ou mexem-se de um lado para outro, algumas idosas, outras jovens,

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O Corredor

O Corredor

Numa estrada plana corre o corredor bem treinado,

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Um Assombro de Criança

Um Assombro de Criança

Silencioso e maravilhado mesmo quando garotinho,

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Uma Cena de Fazenda

Uma Cena de Fazenda

Pela ampla porta aberta do pacato celeiro rural,

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Perambulando em Pensamento

Perambulando em Pensamento

(Após ler HEGEL)

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O Gracejo das Águias

O Gracejo das Águias

Contornando a estrada do rio (meu passeio matinal, minha folga)
Subindo no ar um súbito som abafado, o gracejo das águias,
O impetuoso contato sensual alto no espaço, ao mesmo tempo,
As garras fixantes entrelaçantes, uma roda viva, feroz, girante,
O bater de quatro asas, dois bicos, uma massa em torvelinho se agarrando compacta,
Em profusos círculos acrobáticos rotativos, caindo em linha reta,
Até que suspensa sobre o rio, a dupla agora um, a calmaria de um momento,
Um balanço imóvel quieto no ar, depois partindo, afrouxando as presas,
Para cima de novo em firme-lentas oblíquas penas, seu vôo distinto separado,
Ela o dela, ele o dele, prosseguindo.

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A Ricos Doadores

A Ricos Doadores

O que dais-me, eu aceito alegremente,

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Eu Sento-me e Examino

Eu Sento-me e Examino

Eu sento-me e examino todas as mágoas do mundo, e toda opressão e vergonha,

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