Canção para Todos Mares, Todos Navios

Canção para Todos Mares, Todos Navios

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escuna de mastro duplo

escuna de mastro duplo

1

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Hoje um breve rude recitativo,

De navios navegando nos mares, cada um com sua bandeira especial ou sinal,

De heróis inominados nos navios—de ondas se espalhando e espalhando tão longe quanto o olho possa alcançar,

De arrojado jato e dos ventos sibilando e soprando,

E destes um canto para os marujos de todas as nações,

Intermitente, como uma vaga.

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De capitães de navio[1] jovens ou velhos e dos imediatos e de todos intrépidos marujos,

Dos poucos, muito seletos, taciturnos, a quem o destino nunca pode surpreender nem a morte esmorecer,

Selecionados parcamente sem ruído por ti velho oceano, escolhidos por ti,

Tu mar que selecionas e separas a raça a tempo, e unes nações,

Amamentados por ti, velha enfermeira rouca, incorporando a ti,

Indomáveis, indomados iguais a ti.

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(Sempre os heróis na água ou na terra, aparecendo sozinhos ou em duplas,

Sempre a cepa conservada e nunca perdida, embora rara, o suficiente para semente conservada.)

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2

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Tremula Oh mar tuas bandeiras separadas de nações!

Tremula visíveis como sempre os vários sinais de navios!

Mas reserva especialmente para ti mesmo e para a alma do homem uma bandeira acima das demais,

Um sinal espiritual tecido para todas as nações, emblema do homem altivo sobre a morte,

Símbolo de todos os bravos capitães e todos os intrépidos marujos e imediatos,

E todos que foram derrotados cumprindo seu dever,

Rememorativo deles, trançado de todos os intrépidos capitães jovens ou velhos,

Um pendão universal, sutilmente ondulando todo tempo, sobre todos bravos marujos,

Todos os mares, todos os navios.

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[1] Geralmente, navios mercantes.

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