Canção de Mim Mesmo, parte 9

9

As grandes portas do celeiro ficam abertas e pron­tas,

A relva seca da colheita enche a carroça lenta,

A luz clara brinca no gris marrom e verde intertin­gidos,

As braçadas apertam o feno frouxo.

.

Estou lá, ajudo, vim espichado no topo da carga,

Senti seus suaves trancos, uma perna reclinada na outra,

Pulo das travessas e agarro o trevo e o capim,

E rolo de pernas para o ar e embaraço meu cabelo com farrapos.

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