Canção de Mim Mesmo, parte 38
38
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Basta! basta! basta!
De algum modo estive pasmo. Te afasta!
Dá-me um tempo além da minha cabeça agredida, cochilos, sonhos, torpor,
Me descubro à beira de um erro ordinário.
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Que eu pudesse esquecer os zombadores e os insultos!
Que eu pudesse esquecer as lágrimas vertentes e os golpes de maças e malhos!
Que eu pudesse olhar com um olhar distinto minha própria crucificação e sangrento coroamento.
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Lembro agora,
Retomo a fração sobre-séria,
O sepulcro de pedra multiplica o que lhe foi confiado, ou a qualquer sepulcro,
Cadáveres se erguem, cortes cicatrizam, grilhões desprendem de mim.
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Desfilo adiante renovado com supremo poder, parte de um préstito mediano sem fim,
Interior e litoral percorremos, e cruzamos todas as fronteiras,
Nossos velozes ordenanças a caminho por toda a terra,
As flores que usamos em nossos chapéus o crescimento de milhares de anos.
Eleves[1], vos saúdo! apresentai-vos!
Continuai vossas anotações, continuai vossos questionamentos.
[1] Do francês, alunos ou discípulos.
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