Canção de Mim Mesmo, parte 28
28
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É isto então um toque? estremecendo-me a uma nova identidade,
Chamas e éter buscando minhas veias,
Minha traiçoeira extremidade se estendendo e pressionando para ajudá-los,
Meu corpo chispando raios para atingir o que é mal diferente de mim,
Por todo lado prurientes provocadores entesando meus membros,
Retesando o úbere de meu coração por sua retida gota,
Agindo licenciosos comigo, não aceitando negativa,
Privando-me do meu máximo com um propósito,
Desabotoando minhas roupas, me segurando pela cintura nua,
Deludindo minha confusão com a calma da luz do sol e das pastagens,
Imodestamente fazendo o juízo escorregar,
Eles subornaram para trocar por toques e roçar nos flancos de mim,
Sem consideração, sem estima por minha força exaurida ou minha raiva,
Trazendo o resto do rebanho para deleitá-los um pouco,
Então todos se unindo para subir num promontório e me amolar.
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As sentinelas desertam partes alternadas de mim,
Eles largaram-me indefeso a um pilhador vermelho,
Todos vêm ao promontório testemunhar e agir contra mim.
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Sou abandonado por traidores,
Falo iradamente, perdi meu juízo, eu e ninguém mais sou o maior traidor,
Fui eu primeiro ao promontório, minhas próprias mãos carregaram-me até lá.
Tu toque vilão! que estás fazendo? meu fôlego está teso na garganta,
Destrava as comportas, tu és demais para mim.
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One Response to “Canção de Mim Mesmo, parte 28”
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