Críticas à obra de Walt Whitman
Embora esta seja uma página de publicação da obra de Walt Whitman, Folhas de Relva, acredito que não poderia faltar aqui uma seção de crítica, seja ela a favor ou contra.
Análise do trabalho realizado até o momento
Analisando todos os livros e poemas que já traduzi de Folhas de Relva, os quais podem ser todos lidos neste site, acredito que preenchi minhas próprias expectativas com relação à recriação ou simplesmente tradução da poesia de Walt Whitman para nossa língua.
Breve nota ao poema Os Adormecidos
O poema Os Adormecidos (“The Sleepers”), incluído na primeira edição de Folhas de Relva, a de 1855, descreve a visão de Walt Whitman em seu sonho, no qual ele pode ver os sonhos dos outros sonhadores. No entanto, ele também vagueia durante o dia na luz. Ele está consciente da luz e da escuridão, da vida e da morte, e está contente com ambos. Ele sempre aceita tudo e todos e não exclui nada.
Nota à Canção da Sequoia
O poema Canção da Sequóia (“Song of the Redwood-Tree”) trata das árvores gigantes da costa do Pacífico, as árvores incrivelmente altas que podem alcançar até 115,5 metros de altura e viver até 2200 anos de idade. No poema há vozes de dríades, as ninfas vegetais e divindades que regem as árvores, e hamadríades, ninfas vegetais que vivem somente o período de vida de suas árvores. Está claro no texto que esta é sua canção de morte conforme é ouvida pelo poeta, já que os lenhadores não ouvem esse choro de morte. Exceto pelo poeta, que a escutou e a traduziu em linguagem comum. A parte em itálico é a voz da ninfa.
